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Vestibular: Psicólogas(os) podem ajudar a planejar o futuro depois do resultado

A Psicologia pode ajudar no planejamento futuro para estudantes que foram aprovados no vestibular ou para quem vai tentar novamente

Atualizado em 12/01/2018

 

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulga nesta sexta-feira (12) o resultado de um dos vestibulares mais concorridos do Estado. A data é aguardada com ansiedade por milhares de estudantes e o momento pode se tornar de alegria com a aprovação ou de profunda decepção, para quem não tem seu nome na lista.

De acordo com a Psicóloga Rafaela de Faria (CRP-08/13830), que é membro da Comissão de Psicologia Escolar e da Educação do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR), os estudantes podem contar com o apoio da Psicologia nas duas situações. Ela explica que para quem não foi aprovado a frustração vem acompanhada de tristeza e raiva. “Esses sentimentos são normais em um momento no qual o objetivo não é alcançado, mas eles não ajudarão na resolução do problema”, ressalta a Psicóloga.

Ela explica que é importante que família e amigos respeitem o tempo de cada um e ajudem o estudante a passar por este momento difícil. “Não existe um tempo exato para superar, isso depende de como cada pessoa lida com as situações difíceis da vida, mas se o período de desânimo permanecer por mais de três semanas é importante ficar atento e procurar ajuda profissional”, alerta.

“Uma estratégia é avaliar o que funcionou e o que pode ser feito de maneira diferente para alcançar melhores resultados. A partir disso, elaborar um plano de ação e colocá-lo em prática”, sugere Rafaela.

 

Aprovados

Para quem foi aprovado, o momento é de alegria, mas também exigirá planejamento e organização de aspectos práticos para iniciar o novo momento de vida, o que também pode gerar ansiedade. “Para os que virão de outras cidades, por exemplo, as férias servirão para procurar um local para morar, conhecer a cidade, os trajetos até a instituição, e tudo que for importante para a nova fase da vida, como localizar supermercados, farmácias, entre outros”, indica a Psicóloga.